Location: Tiradentes Square
*PIRATING*
Pirating video art: this is the proposal of the collective Filé de
Peixe, which in partnership with Treze Numa Noite, will relocate the exhibition
and access to these works in the street.
This intervention is about pirating organized by artists, playing the role
of peddlers, as a mechanism of introducing to the fine arts field an example
of what happened to the music industry and cinema. The project creates ample
debate over the model of insertion, circulation, exhibition and consumption
of these works, in addition to their commercial implications and relationships
between artists, galleries, collectors, critics, curators and the public at
large.
Offered on a wire display, with photocopied wrapping, exactly as pirating
street peddlers do in downtown Rio de Janeiro, the video art and artistic
films will be sold for a deal: "one for 5 (reais), three for 10 (reais)!!"
On the Filé de Peixe reserve are works by Letícia Parente, Hélio
Oiticica, Marcos Bonisson, Ernesto Neto, Ricardo Basbaun, Nam June Paik, Bill
Viola, Marina Abramovic, Andy Warhol, Maya Deren, Márcia X, Alex Hamburger,
Joseph Beuys, Yoko Ono, Cindy Sherman, dentre outros, ao lado de trabalhos
recentes de artistas como Alexandre Sá, Daniela Mattos, Analú
Cunha, Daniel Murgel, Andrei Müller, Gustavo Speridião, Carlos
Contente, André Sheik, in addition to productions by the collective
itself, totaling more than 300 videos pirating artists as a means of inserting
them, albeit involuntarily, in the performance and reflection that we aim
to provoke.
PIRATING hopes to lay evidence to the new and vast production in the arena
of video art, to facilitate access to, and contact with, classic works, creating
a point of amalgamation and diffusion, a network to exchange materials and
ideas, a source for direct contact with the public, and the use of a polemic
tool to stoke the fires of the debate of pirating.
Local: Praça Tiradentes
*PIRATÃO*
Piratear videoartes: essa é a proposta do coletivo Filé de Peixe,
que em parceria com o grupo Treze Numa Noite, irá deslocar a exibição
e acesso a esses trabalhos para as ruas.
Trata-se de uma pirataria agenciada por artistas, no papel de camelôs
circunstanciais, como mecanismo de introduzir no campo das artes plásticas,
a exemplo do que aconteceu na indústria da música e do cinema,
um amplo debate sobre o modelo de inserção, circulação,
exibição e consumo dos trabalhos, bem como suas implicações
comerciais e relações entre artistas, galeristas, colecionadores,
críticos e curadores, além do público comum.
Ofertados sobre telas aramadas, com embalagens de plástico e capas
xerocadas, exatamente como fazem os camelôs piratas no centro da cidade,
as videoartes e filmes de artistas serão vendidas no melhor esquema
“um é 5(reais), três é 10(reais)!!”.
No acervo do Filé de Peixe, trabalhos clássicos de Letícia
Parente, Hélio Oiticica, Marcos Bonisson, Ernesto Neto, Ricardo Basbaun,
Nam June Paik, Bill Viola, Marina Abramovic, Andy Warhol, Maya Deren, Márcia
X, Alex Hamburger, Joseph Beuys, Yoko Ono, Cindy Sherman, dentre outros, ao
lado de trabalhos recentes de artistas como Alexandre Sá, Daniela Mattos,
Analú Cunha, Daniel Murgel, Andrei Müller, Gustavo Speridião,
Carlos Contente, André Sheik, além da produção
do próprio coletivo e de outros, num total de mais de 300 vídeos,
pirateando artistas como forma de inseri-los, ainda que involuntariamente,
na performance/reflexão que queremos suscitar.
PIRATÃO quer evidenciar a novíssima e vasta produção
no campo da videoarte, facilitar o acesso/contato com trabalhos clássicos,
propiciando um ponto aglutinação e difusão, uma rede
de trocas de materiais e idéias, ousando um contato direto com público
comum, e a utilização de uma ferramenta polêmica e controversa
para o fomento ao debate: a pirataria
Formado pelos artistas Alex Topini, Felipe Cataldo e Fernanda Antoun, o coletivo
Filé de Peixe há três anos realiza projetos de intervenção
urbana e ocupação de espaços artísticos não
convencionais.
O Filé de Peixe se destacou por realizar, inúmeras vezes nesse
período, intervenções de natureza efêmera, com
base no audiovisual, caracterizadas pela ocupação compulsório
do espaço público, agregando ao ar livre artistas, moradores
de bairro, transeuntes em geral, intervindo no trânsito normal, na dinâmica
cotidiana dos lugares e das pessoas.
Os eventos realizados pelo Filé de Peixe, em parceria com coletivo
Treze Numa Noite, primam pelo hibridismo, pelas ações performáticas,
poéticas e sonoras, favorecendo a expressão conjugada de diversas
linguagens, proporcionando a outros artistas e grupos um momento de experimentação
radical, a ser vivenciado como fase constitutiva para desenvolvimento dos
seus trabalhos artísticos.
Além de mais de trinta ações de intervenção
e ocupação de espaços artísticos não convencionais,
podemos destacar como as principais incursões do coletivo Filé
de Peixe, o VI Simpósio Internacional de Contadores de Histórias
/ Sesc-Copacabana, Rede Ocupação em Santa Teresa, Centro de
Experimentação Poética(CEP20.000) e o MaC-Filé,
ocupação artística no pátio do MAC de Niterói,
em 2008.
Started by Alex Topini, Felipe Cataldo and Fernanda Antoun, the Filé de PeixeCollective has been conducting urban interventions and artistic occupations of unconventional spaces for the past three years.
Filé de Peixe has aimed to carry out innumerous interventions based
in the ephemeral nature of things, generally characterized by audiovisual
occupation of public space, connecting artists with citizens and transients
and intervening in daily happenings.
The events developed by Filé de Peixe in collaboration with Treze Nume
Noite are hybrid performances of poetry and sound, favoring expression of
various languages, bringing other groups and artists in on a moment of radical
experimentation.
Beyond the more than 30 interventions and occupations that Filé de
Peixe has carried out in non-conventional spaces, the most notable actions
they have carried out are the 6th Symposium of History Storytellers/ Sesc-Copacabana,
Network Occupation in Santa Teresa, Poetic Experimentation Central (CEP20.000)
and the MaC-Filé, Occupation of artists in the MAC of Niterói,
in 2008.
